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	<title>blog.JairoMolina.com.br</title>
	<link>http://blog.intermol.com.br</link>
	<description>JAVASCRIPT - MYSQL - PHP - PYTHON</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 10:10:09 +0000</pubDate>
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			<item>
		<title>Linux Counter em Português</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2010/02/04/linux-counter-em-portugues/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2010/02/04/linux-counter-em-portugues/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 09:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>*nix</category>

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		<description><![CDATA[O Linux Counter começou por brincadeira. O objetivo era contar quantos usuários estavam usando linux. Claro, seria muita pretensão ter todos os usuários linux se cadastrando no Linux Counter, mas já é um início. Com os dados dos usuários cadastrados e um pouco de estatística podemos ter uma boa visão do Linux no mundo. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://i18n.li.counter.org/">Linux Counter</a> começou por brincadeira. O objetivo era contar quantos usuários estavam usando linux. Claro, seria muita pretensão ter todos os usuários linux se cadastrando no Linux Counter, mas já é um início. Com os dados dos usuários cadastrados e um pouco de estatística podemos ter uma boa visão do Linux no mundo. Além de poder cadastrar todas as suas máquinas, você pode também ver estatísticas de uso do Linux por kernel, local geográfico, CPU, etc.<br />
E, o que é mais legal, agora estão em Português e em várias outras línguas também. Cadastre suas máquinas Linux em <a href="http://i18n.counter.li.org/">http://i18n.counter.li.org/</a> e veja como como você se encaixa na média mundial.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Montar uma conexão remota SSH como diretório em Ubuntu/Debian</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/12/26/montar-uma-conexao-remota-ssh-como-diretorio-em-ubuntudebian/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/12/26/montar-uma-conexao-remota-ssh-como-diretorio-em-ubuntudebian/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 10:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>*nix</category>

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		<description><![CDATA[Ah, festas de fim de ano. Hora de ir visitar os amigos, ficar tempo demais e não conseguir trabalhar. Mas acessar seus arquivos é fácil.
Instale o pacote sshfs:
$ sudo apt-get install sshfs
Adicione-se ao grupo fuse:
$ sudo adduser seuusuario fuse
Crie um diretório onde você irá montar os arquivos remotos:
$ mkdir arquivosremotos
Monte o diretório:
$ sshfs dominio.da.sua.maquina:/diretorio/a/montar/ arquivosremotos

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, festas de fim de ano. Hora de ir visitar os amigos, ficar tempo demais e não conseguir trabalhar. Mas acessar seus arquivos é fácil.</p>
<p>Instale o pacote <strong>sshfs</strong>:<br />
<code>$ sudo apt-get install sshfs</code></p>
<p>Adicione-se ao grupo <strong>fuse</strong>:<br />
<code>$ sudo adduser <em>seuusuario</em> fuse</code></p>
<p>Crie um diretório onde você irá montar os arquivos remotos:<br />
<code>$ mkdir <em>arquivosremotos</em></code></p>
<p>Monte o diretório:<br />
<code>$ sshfs <em>dominio.da.sua.maquina</em>:/<em>diretorio/a/montar/</em> <em>arquivosremotos</em></code>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rotina para teste de data em Javascript</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/12/11/rotina-para-teste-de-data/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/12/11/rotina-para-teste-de-data/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 11:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Desenvolvimento</category>

		<category>Javascript</category>

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		<description><![CDATA[Esta função em Javascript testa uma data para verificar se é válida.
Se você tem alguma outra sugestão para esta função por favor comente.

/**
 * Valida uma string de data
 * @param {string} sData Uma string de data
 * @return verdadeiro se a data é válida
 */
function testaData(sData) {
  if (!sData.length) return false;
  var [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta função em Javascript testa uma data para verificar se é válida.</p>
<p>Se você tem alguma outra sugestão para esta função por favor comente.</p>
<p><code><br />
/**<br />
 * Valida uma string de data<br />
 * @param {string} sData Uma string de data<br />
 * @return verdadeiro se a data é válida<br />
 */<br />
function testaData(sData) {<br />
  if (!sData.length) return false;<br />
  var datamat = sData.split('/');<br />
  if (datamat.length < 3) return false;<br />
  var dia = (datamat[0].charAt(0) == '0') ? parseInt(datamat[0].slice(1)) : parseInt(datamat[0]);<br />
  var mes = (datamat[1].charAt(0) == '0') ? parseInt(datamat[1].slice(1)) : parseInt(datamat[1]);<br />
  var ano = parseInt(datamat[2]);<br />
  if (ano < 1800) return false;<br />
  var data = new Date(ano, (mes - 1), dia);<br />
  var datastr = "" + dia + mes + ano;<br />
  var dataconvertida = "" + data.getUTCDate() + (data.getMonth() + 1) + data.getFullYear();<br />
  return(datastr == dataconvertida);<br />
}<br />
</code>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.intermol.com.br/2009/12/11/rotina-para-teste-de-data/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Preparando (na unha) seu Debian/Ubuntu para o verão</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/11/29/preparando-na-unha-seu-debianubuntu-para-o-verao/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/11/29/preparando-na-unha-seu-debianubuntu-para-o-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:33:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>Desenvolvimento</category>

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		<description><![CDATA[Que maravilha, o verão está oficialmente instalado aqui. Temperaturas acima de 35C na minha sala têm sido constantes nos últimos dias, ainda mais com o A/C quebrado e muita poeira lá fora.
Linux oferece uma maneira fácil para manipular as propriedades do seu hardware: arquivos de texto. O controle depende do seu hardware. Por exemplo, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que maravilha, o verão está oficialmente instalado aqui. Temperaturas acima de 35C na minha sala têm sido constantes nos últimos dias, ainda mais com o A/C quebrado e muita poeira lá fora.</p>
<p>Linux oferece uma maneira fácil para manipular as propriedades do seu hardware: arquivos de texto. O controle depende do seu hardware. Por exemplo, os fans precisam estar conectados na placa mãe (e não na fonte), os fans precisam ter o terceiro cabo para ler a velocidade (se você quiser ler), e a placa mãe precisa dar suporte a tudo isso (e o Linux entender tudo). O padrão é o seguinte:</p>
<ul>
<li>Fans
<ul>
<li>Podem ser ligados, desligados e ter sua velocidade controlada por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pulse-width_modulation">PWM</a>. Este ajuste permite escolher entre fritar o computador (ou partes dele) ou morrer surdo.</li>
<li>/sys/class/hwmon/hwmon0/device/ contém estes, entre outros arquivos interessantes:
<ul>
<li>tempX_input<br />
X é um número de 1 a X sensores de temperatura identificados na sua placa mãe.<br />
Armazena a temperatura deste sensor, em Celsius * 1000.<br />
A qualidade desse dado vai depender do suporte que o Linux dá à sua placa mãe.<br />
Eg:<br />
<code>$ cat temp3_input<br />
40500<br />
</code>&#8230;mostra uma temperatura de 40.5C no sensor 3. No meu caso, o sensor 3 está embaixo do processador.</li>
<li>tempX_max<br />
X é um número de 1 a X sensores de temperatura identificados na sua placa mãe.<br />
Armazena a temperatura máxima que este sensor deve alcançar, em Celsius * 1000.<br />
<code>$ cat temp3_max<br />
60000<br />
</code>&#8230;mostra uma temperatura de 60C no sensor 3. A partir de 60C a placa mãe começa a apitar.</li>
<li>beep_enable<br />
Define se vai haver aviso sonoro caso alguma temperatura fique acima do tempX_max.<br />
Como na maior parte dos arquivos liga/desliga, 1 significa &#8217;sim, apite&#8217;, 0 significa &#8216;não&#8217;. O apito vai depender de outros detalhes do sistema, como o módulo pcspkr. Geralmente as placas mãe apitam sozinhas, mas melhor ser redundante.</li>
<li>pwmX<br />
Meu favorito, controla a velocidade do fan. Aceita números de 0 a 255. Os fans velhos que tenho aqui começam a rodar entre 50 e 60, na velocidade mínima, e rodam na velocidade máxima com pwm 255. Para ler:<br />
<code>$ cat pwm1<br />
121</code><br />
&#8230; e para setar (apenas como root)<br />
<code># echo 255 > pwm1</code><br />
Note que é necessário ser root, o que você pode conseguir com<br />
<code>$ sudo -i</code></li>
<li>fanX_input<br />
Mostra a velocidade instantânea do fan, em RPM. Para ler<br />
<code>$ cat fan1_input<br />
1757<br />
</code> que significa 1757 RPM para o fan1, neste caso é o que fica sobre o processador.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li>Processador
<ul>
<li>Pode ter sua freqüência controlada automaticamente (por demanda) ou fixa.</li>
<li>/sys/devices/system/cpu/cpu0/cpufreq contém estes, entre outros arquivos interessantes:
<ul>
<li>scaling_cur_freq<br />
É a freqüência atual do processador, em Hz. Para ler:<br />
<code>$ cat scaling_cur_freq<br />
1000000</code><br />
&#8230; ou seja, este está a 1GHz no momento.</li>
<li>scaling_available_frequencies<br />
São as freqüências nas quais este processador pode trabalhar. Por exemplo:<br />
<code>$ cat scaling_available_frequencies<br />
1800000 1000000</code><br />
mostra que este processador pode trabalhar a 1GHz ou 1.8GHz.</li>
<li>scaling_available_governors<br />
Mostra todos os tipos de controle disponíveis para este processador.<br />
<code>$ cat scaling_available_governors<br />
powersave userspace ondemand conservative performance</code><br />
Estes serão os valores disponíveis para o seu scaling_governor, onde <em>powersave</em> vai colocar o seu processador em velocidades mais baixas, <em>performance</em> vai colocar seu processador nas velocidades mais altas (ideal para jogos), e <em>userspace</em> para você fazer o controle na mão.
					</li>
<li>scaling_governor<br />
<code>$ cat scaling_governor<br />
ondemand</code><br />
mostra que estamos com a freqüência sendo ajustada automaticamente. Neste calor, não é uma boa idéia, pois prefiro esperar um resultado a fritar a máquina. Vamos mudar para outra coisa:<br />
<code># echo "powersave" > scaling_governor</code><br />
&#8230;fará com que este processador funcione apenas a 1GHz.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Tudo isso depende do suporte do seu hardware e de alguns módulos que fariam este artigo muito longo. Os fans podem ser controlados automaticamente pelo <em>fancontrol</em>, ou você pode até escrever o seu shell script para controlá-los: basta ler e salvar arquivos. Para mais informações, deixe um comentário.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ler e controlar a temperatura do seu computador em Debian/Ubuntu</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/11/22/ler-e-controlar-a-temperatura-do-seu-computador-em-debianubuntu/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/11/22/ler-e-controlar-a-temperatura-do-seu-computador-em-debianubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>Desenvolvimento</category>

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		<description><![CDATA[Para a motherboard, use um pacote chamado lm-sensors. Para instalar:
# apt-get install lm-sensors
lm-sensors requer algumas tentativas para configurar, mas em computadores mais novos isto &#233; geralmente feito de forma autom&#225;tica.
Para os HDs, use um pacote chamado hddtemp, que &#233; um programa bastante simples. Para instalar:
# apt-get install hddtemp
Para usar o hddtemp, nada mais simples:
# hddtemp [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a motherboard, use um pacote chamado <em>lm-sensors</em>. Para instalar:<br />
<code># apt-get install lm-sensors</code></p>
<p>lm-sensors requer algumas tentativas para configurar, mas em computadores mais novos isto &eacute; geralmente feito de forma autom&aacute;tica.</p>
<p>Para os HDs, use um pacote chamado <em>hddtemp</em>, que &eacute; um programa bastante simples. Para instalar:<br />
<code># apt-get install hddtemp</code></p>
<p>Para usar o hddtemp, nada mais simples:<br />
<code># hddtemp /dev/[seu drive]</code><br />
onde [seu drive] deve apontar para o HD a ser medido, como por exemplo /dev/hda ou /dev/sda.</p>
<p>Para ter controle completo dos ventiladores, use o pacote <em>fancontrol</em>. O fancontrol permite que voce controle a velocidade de cada ventilador que a motherboard permitir ligar/desligar via software. Este pacote &eacute; bastante &uacute;til se voc&ecirc; acha que seu computador est&aacute; barulhento mas requer alguns cuidados pra configurar. Quer saber mais? Deixe um coment&aacute;rio.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compatibilidade com Firefox - eventos DOM</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/10/05/compatibilidade-com-firefox-eventos-dom/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/10/05/compatibilidade-com-firefox-eventos-dom/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Desenvolvimento</category>

		<category>Javascript</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jairomolina.com.br/2009/10/05/compatibilidade-com-firefox-eventos-dom/</guid>
		<description><![CDATA[Um dos serviços que prestamos é adaptar rotinas Javascript de aplicativos para que funcionem não somente no Internet Explorer mas também no Firefox.
Os eventos no Internet Explorer são acessíveis de diferentes formas, dependendo de como foram anexados aos elementos HTML da página enquanto que no Firefox eles vem sempre como parâmetro na função do evento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos serviços que prestamos é adaptar rotinas Javascript de aplicativos para que funcionem não somente no Internet Explorer mas também no Firefox.</p>
<p>Os eventos no Internet Explorer são acessíveis de diferentes formas, dependendo de como foram anexados aos elementos HTML da página enquanto que no Firefox eles vem sempre como parâmetro na função do evento. </p>
<p>Se um evento é anexado a um elemento utilizando o formato DOM nível 0:</p>
<p><code>elemento.onclick = função;</code></p>
<p>Então o evento aparece apenas como uma propriedade no objeto window no Internet Explorer. </p>
<p>Dessa forma é recomendado utilizar o seguinte código para detectar um evento nos dois navegadores:</p>
<p><code>var divBotao = document.getElementById("divBotao");<br />
divBotao.onclick = function(oEvento)<br />
{<br />
&nbsp;&nbsp;var oEvt = oEvento ? oEvento : window.event;  // linha de detecção<br />
&nbsp;&nbsp;alert("O Tipo do Evento é: " + oEvt.type);<br />
};</code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nuvem de poeira em Sydney, sim. Tempestade, não.</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/09/23/nuvem-de-poeira-em-sydney-sim-tempestade-nao/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/09/23/nuvem-de-poeira-em-sydney-sim-tempestade-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>Desenvolvimento</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jairomolina.com.br/2009/09/23/nuvem-de-poeira-em-sydney-sim-tempestade-nao/</guid>
		<description><![CDATA[A mídia brasileira e provavelmente do mundo já soltou diversas notícias catastróficas acerca da nuvem sobre Sydney esta manhã. Porém:
5h40am: O Departamento de Meteorologia de New South Wales (estado daqui de Sydney) soltou uma recomendação de que haveriam ventos fortes (até 100km/h, nada pra se alarmar) e poeira.
6h00am: O céu estava vermelho. Na verdade acordei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mídia <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u627860.shtml">brasileira</a> e provavelmente do mundo já soltou diversas notícias catastróficas acerca da nuvem sobre Sydney esta manhã. Porém:</p>
<p>5h40am: O Departamento de Meteorologia de New South Wales (estado daqui de Sydney) soltou uma recomendação de que haveriam ventos fortes (até 100km/h, nada pra se alarmar) e poeira.<br />
6h00am: O céu estava vermelho. Na verdade acordei com a poeira. Na verdade mesmo acordei achando que a poeira era por não ter limpado a casa neste final de semana.<br />
6h30am: O serviço de balsas começa a operar mais devagar e chega a parar por alguns instantes. Alguns poucos vôos são redirecionados. Ônibus e trem operam normalmente.<br />
7h00am: É o horário que as pessoas começam a sair de casa. Algumas se atrasaram. Demorou um pouco pro pessoal sair hoje.<br />
7h30am: Movimento normal nas estações de trem e pontos de ônibus. Ônibus está sempre atrasado mesmo, então a lentidão nem foi muito perceptível. Algumas pessoas estavam cobrindo o nariz como podiam.<br />
8h00am: Medrosos e preguiçosos, alguns dos motoristas resolveram usar o transporte público. Não só a visibilidade limitada na rua, mas também o fato de ter que limpar a casca de poeira sobre os vidros e faróis. Quem dirigiu se divertiu.<br />
8h40am: tudo normal, apenas 10 minutos atrasado. Lojas abertas, comércio funcionando.</p>
<p>São só uns 3500km de deserto entre aqui e Perth. Essas coisas acontecem - não aqui em Sydney, mas acontecem. Neste evento, a causa foram as cheias nos meses anteriores no sudoeste de Queensland, em Lake Eyre, dos rios Diamantina, Georgina e Cooper Creek. Essas cheias depositam sedimentos por uma grande área e tocam o frágil ecosistema da região. Neste atual período de seca, estes sedimentos ficam expostos. Um vento constante e forte soprando na direção certa (leste) levantou este sedimento fino e carregou-o, através do oeste seco de New South Wales, até chegar aqui de manhã.</p>
<p>Também não é certo culpar o aquecimento global ou poluição. &#8220;Nós sempre tivemos tempestades de poeira. Temos bastante evidência de que, durante a última era do gelo, tínhamos poeira sendo soprada pelo hemisfério sul, muita dessa vindo da Austrália.&#8221;, diz o professor Nigel Tapper, da Univerdade de Monash. E ainda mais, continuando o professor Tapper, contando que nos últimos 50 a 70 anos práticas agrícolas mais adequadas fizeram o solo bastante resiliente a erosão e vento, reduzindo o risco de eventos como esse.</p>
<p>A areia do deserto australiano é rica em óxido de ferro, que absorve a luz azul e faz com que o céu fique vermelho. Este óxido de ferro também é importante quando depositado no oceano, pois fertiliza o plâncton, que por sua vez absorve dióxido de carbono da atmosfera. Ordem de grandeza: 4 milhões de toneladas de poeira, extensão de 2400x400x2 km.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.intermol.com.br/2009/09/23/nuvem-de-poeira-em-sydney-sim-tempestade-nao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Configurações do xorg.conf para diferentes dispositivos de vídeo e mouse</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/09/19/configuracoes-do-xorgconf-para-diferentes-dispositivos-de-video-e-mouse/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/09/19/configuracoes-do-xorgconf-para-diferentes-dispositivos-de-video-e-mouse/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 12:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fulvio Oliveira</dc:creator>
		
		<category>*nix</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jairomolina.com.br/2009/09/19/configuracoes-do-xorgconf-para-diferentes-dispositivos-de-video-e-mouse/</guid>
		<description><![CDATA[Para sistemas com configurações menos convencionais (como minhas máquinas aqui), o X tem dificuldade de identificar os dispositivos corretamente. Este artigo  é voltado para aqueles que tem uma breve idéia de como configurar o X mas tem encontrado problemas para configurar video e mouse. 
Para descobrir o nome e o Busid de uma placa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para sistemas com configurações menos convencionais (como minhas máquinas aqui), o X tem dificuldade de identificar os dispositivos corretamente. Este artigo  é voltado para aqueles que tem uma breve idéia de como configurar o X mas tem encontrado problemas para configurar video e mouse. </p>
<p>Para descobrir o nome e o Busid de uma placa de video, use:<br />
<code>$ lspci | grep VGA</code></p>
<p>O arquivo xorg.conf pode ser encontrado em /etc/X11/xorg.conf</p>
<pre>Section "Device"	# nVidia Corporation GeForce 6100 nForce 430 (rev a2)
	Identifier	"VC0"
	Driver		"nv"
	Busid		"PCI:0:13:0"
EndSection
Section "Monitor"	# AOC 917 Vw
	Identifier	"M0"
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S0"
	Device		"VC0"
	Monitor		"M0"
	Defaultdepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1440x900"
	EndSubSection
EndSection

Section "Device"	# nVidia Corporation NV11 [GeForce2 MX/MX 400] (rev b2)
	Identifier	"VC1"
	Driver		"nv"
	Busid		"PCI:1:06:0"
EndSection
Section "Monitor"	# ViewSonic VE175
	Identifier	"M1"
	Horizsync	64
	Vertrefresh	60
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S1"
	Device		"VC1"
	Monitor		"M1"
	Defaultdepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1280x1024"
	EndSubSection
EndSection

Section "Device"	# nVidia Corporation NV43 [GeForce 6600 GT] (rev a2)
	Identifier	"VC2"
	Driver		"nv"
	Busid		"PCI:2:0:0"
EndSection
Section "Monitor"	# AOC 917 Vw
	Identifier	"M2"
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S2"
	Device		"VC2"
	Monitor		"M2"
	Defaultdepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1440x900"
	EndSubSection
EndSection

Section "Device"	# Silicon Integrated Systems [SiS] 661/741/760 PCI/AGP or 662/761Gx PCIE VGA Display Adapter
	Identifier	"VC0"
	Driver		"sis"
	Busid		"PCI:1:00:0"
EndSection
Section "Monitor"	# DELL 17" CRT
	Identifier	"M0"
	VertRefresh	75
	HorizSync	80
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S0"
	Device		"VC0"
	Monitor		"M0"
	DefaultDepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1280x1024"
	EndSubSection
EndSection

Section "Device"	# nVidia Corporation NV11 [GeForce2 MX/MX 400] (rev a1)
	Identifier	"VC1"
	Driver		"nv"
	Busid		"PCI:0:09:0"
EndSection
Section "Monitor"	# LG Studioworks 700S
	Identifier	"M1"
	VertRefresh	60
	HorizSync	64
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S2"
	Device		"VC2"
	Monitor		"M2"
	DefaultDepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1280x1024"
	EndSubSection
EndSection

Section "Device"	# nVidia Corporation NV11 [GeForce2 MX/MX 400] (rev b2)
	Identifier	"VC2"
	Driver		"nv"
	Busid		"PCI:0:11:0"
EndSection
Section "Monitor"	# MAC Vision 19"
	Identifier	"M2"
	VertRefresh	75
	HorizSync	80
EndSection
Section "Screen"
	Identifier	"S2"
	Device		"VC2"
	Monitor		"M2"
	DefaultDepth	16
	SubSection "Display"
		Depth	16
		Modes	"1280x1024"
	EndSubSection
EndSection

Section "InputDevice"	# Logitech Mouse Series 9 Serial CC-93-9F (ligado em COM1)
	Identifier		"Configured Mouse"
	Driver		"mouse"
	Option		"CorePointer"
	Option		"Device"	"/dev/ttyS0"
	Option		"Protocol"	"Logitech"
EndSection

Section "InputDevice"	# Mouse PS/2 convencional
	Identifier	"Configured Mouse"
	Driver		"mouse"
	Option		"CorePointer"
	Option		"Device"		"/dev/input/mice"
	Option		"Protocol"		"ImPS/2"
	Option		"ZAxisMapping"		"4 5"
	Option		"Emulate3Buttons"	"true"
EndSection
</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.intermol.com.br/2009/09/19/configuracoes-do-xorgconf-para-diferentes-dispositivos-de-video-e-mouse/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Comparações de CPU</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/08/20/comparacoes-de-cpu/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/08/20/comparacoes-de-cpu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Etc</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jairomolina.com.br/2009/08/20/comparacoes-de-cpu/</guid>
		<description><![CDATA[Este site faz a comparação de inúmeras CPUs:
www.cpubenchmark.net
Exibe também benchmarks gráficos.
Interessante para quem está interessado em adquirir um novo micro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este site faz a comparação de inúmeras CPUs:</p>
<p><a href="http://www.cpubenchmark.net">www.cpubenchmark.net</a></p>
<p>Exibe também benchmarks gráficos.</p>
<p>Interessante para quem está interessado em adquirir um novo micro.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>VirtualBox 3 host não enxerga guest</title>
		<link>http://blog.intermol.com.br/2009/07/22/virtualbox-3-host-nao-enxerga-guest/</link>
		<comments>http://blog.intermol.com.br/2009/07/22/virtualbox-3-host-nao-enxerga-guest/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 22:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Ferramentas</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jairomolina.com.br/2009/07/22/virtualbox-3-host-nao-enxerga-guest/</guid>
		<description><![CDATA[Supondo que já possua uma máquina virtual com Windows XP rodando em um host com Ubuntu 9.04 e VirtualBox 3.
No modo padrão de configuração da rede da máquina virtual, o NAT não permite que o sistema operacional host, o Ubuntu, enxergue o Windows XP.
Para que isso funcione, você deve alterar as Configurações de Rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Supondo que já possua uma máquina virtual com Windows XP rodando em um host com Ubuntu 9.04 e VirtualBox 3.</p>
<p>No modo padrão de configuração da rede da máquina virtual, o NAT não permite que o sistema operacional host, o Ubuntu, enxergue o Windows XP.</p>
<p>Para que isso funcione, você deve alterar as Configurações de Rede de sua máquina virtual para modo Bridge no Adaptador 1 por exemplo:</p>
<p><a href="http://blog.intermol.com.br/up/i/in/blog.intermol.com.br/img/.resized_Captura_de_tela_Windows___Configura____es.png" onclick="lw_image_popup('http://blog.intermol.com.br/up/i/in/blog.intermol.com.br/img/Captura_de_tela_Windows___Configura____es.png',891,470,'Captura de tela Windows   Configura    es - Captura de tela Windows   Configura    es'); return false;"><img src="http://blog.intermol.com.br/up/i/in/blog.intermol.com.br/img/.resized_Captura_de_tela_Windows___Configura____es.png" alt="Captura de tela Windows   Configura    es - Captura de tela Windows   Configura    es" title="Captura de tela Windows   Configura    es - Captura de tela Windows   Configura    es" /></a></p>
<p>O modo Bridge permite que a máquina virtual utilize a interface de rede do host como se estivesse ligada diretamente no switch da rede. Dessa forma a máquina virtual receberá um endereço IP automaticamente do seu roteador.</p>
<p>Para que o teste funcione, você deve desativar o Firewall da máquina virtual Windows e utilizar o comando abaixo para saber qual o endereço IP recebido:</p>
<p><code>ipconfig</code></p>
<p>Uma vez que tenha este endereço IP, no host com Ubuntu, faça um teste de ping:</p>
<p><code>ping ip_do_Windows</code></p>
<p>Por exemplo:</p>
<p><code>ping 192.168.1.104</code></p>
<p>Se tudo ocorreu normalmente, o host e o guest terão acesso entre si e resposta será algo como:</p>
<p><code>PING 192.168.1.104 (192.168.1.104) 56(84) bytes of data.<br />
64 bytes from 192.168.1.104: icmp_seq=317 ttl=128 time=0.422 ms<br />
64 bytes from 192.168.1.104: icmp_seq=318 ttl=128 time=0.534 ms<br />
64 bytes from 192.168.1.104: icmp_seq=319 ttl=128 time=2.06 ms<br />
64 bytes from 192.168.1.104: icmp_seq=320 ttl=128 time=0.688 ms</code></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.intermol.com.br/2009/07/22/virtualbox-3-host-nao-enxerga-guest/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
