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Arquivo da categoria ‘*nix’

Como mudar o UUID de um disco virtual

Utilizado por máquinas virtuais como VirtualBox, um disco virtual (vdi) possui um identificador único. Este identificador é utilizado pela máquina virtual.

Porém uma das facilidades de usar máquinas virtuais é o da possibilidade de duplicar a máquina por completo, seja para backup ou para fins de desenvolvimento. E é principalmente no quesito de desenvolvimento que a alteração de UUID pode se fazer necessária.

Para mudar o UUID de discos virtuais do VirtualBox use o seguinte comando no console do seu Linux:
$ VBoxManage internalcommands setvdiuuid [nome do arquivo vdi]
onde [nome do arquivo vdi] é o seu disco virtual.

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Mudar o layout do teclado on-the-fly em XFCE (e provavelmente em outros também)

Problema:
Em um teclado com dead-keys, programar em linguagens onde o uso de apóstrofe, aspas simples e aspas duplas. Python, por exemplo, e seus “”".

Solução:
setxkbmap é um programa que altera o seu layout de teclado. Está já pré instalado no XUbuntu 7 e certamente em outras distros.

Adicione dois (ou quantas línguas precisar) ícones onde for mais eficiente para o seu trabalho. O comando é:
setxkbmap [mapa do teclado] [-variant [variante]]

Exemplos:
Para US International (acentos e etc)
setxkbmap us -variant intl

Para US sem dead-keys
setxkbmap us

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Ubuntu 8.04 num notebook tablet HP tx1070br

O Ubuntu (www.ubuntu.com) é um distribuição Linux muito amigável.

As versões anteriores a 8.04 não rodaram ao tentar instalar direto do live CD num notebook tablet da série tx1000 da HP com processador AMD Turion 64 x2 (arquitetura AMD64). Felizmente a versão 8.04 lançada ontem (24/04/2008) funcionou muito bem.

Para que a placa wireless funcionasse corretamente apenas tive que liberar o uso de drives proprietários. O mesmo aconteceu para a placa de video NVIDIA.

Bluetooth funcionou perfeitamente num celular Sony Ericsson.

Depois instalei Skype utilizando as instruções contidas neste link já que até o momento não existe uma versão do Skype para arquitetura AMD64.

Ubuntu tablet HP - Ubuntu 8.04 um tablet HP tx1070br

O próximo passo será pesquisar a possibilidade de habilitar o uso da caneta e da tela touch screen.

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Mudar o usuário do Apache

Se você quer que o seu httpd rode com um usuário ou grupo diferente, você deve iniciar o httpd como root e depois trocar.

User/Group: o nome ou número do usuário ou grupo que você quer que o Apache use. Fique atento à segurança.

<IfModule !mpm_netware_module>
User ###SEU_USERNAME_AQUI###
Group ###SEU_GRUPO_AQUI###
</IfModule>

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Como quebrar uma tabela do tipo MyISAM a ponto de recuperá-la via SQL

Saber isso é útil para podermos testar nossos aplicativos em situações de risco.

Em um típico servidor Debian, você encontrará os bancos de dados em /var/lib/mysql. Cada banco tem seu próprio diretório, composto de 3 arquivos por tabela. Uma tabela MyISAM vai estar então armazenada em:
- [tabela].frm - dados de criação da tabela (campos, etc);
- [tabela].MYI - índice (um ‘cache’ onde parte dos dados é duplicada pra que o acesso seja mais rápido);
- [tabela].MYD - onde os dados são efetivamente guardados.

Não parece ser muito comum arquivos .frm ou MYI serem corrompidos. Pelo menos até o momento não tive a felicidade de encontrar problemas com eles. O que acontece com freqüência em alguns servidores mais populares é corromper o MYD.

O arquivo MYD é um bando de dados. Como googlar pela estrutura do MYD não retornou nada de cara, vamos apelar pra engenharia reversa. Os dados parecem estar gravados da seguinte maneira:
- 6 bytes pra demarcar o começo de uma linha;
- 0-2 bytes pra demarcar o campo (depende do tipo de campo);
- Dados (o que estamos efetivamente guardando).
Ficamos com um arquivo assim:
Começo de linha - Campo - Dados - Campo - Dados - Começo de Linha - Campo - Dados ….

Inserir um dado com os mesmos bytes dos marcadores não vai corromper a tabela. MySQL não é tão burro assim. Corromper o dado em si, mesmo que seja feito diretamente no arquivo, também não vai corromper a tabela - só vai prejudicar o dado.

Para matar a tabela, mate os marcadores. Substitua-os por qualquer outra coisa usando um editor hexa como beav (apt-get install beav). Quanto mais marcadores você matar, mais problemas vai dar para o REPAIR TABLE.

O REPAIR TABLE parece usar o arquivo de índice para ajudar a recuperar dados. Se a sua estrutura usa indexação, em geral menos dados são perdidos.

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sdf.lonestar.org

Há 20 anos no ar. Acesso Unix livre, basta ter telnet ou ssh.

A história deles traz boas lembranças, especialmente de BBS, e pode ser vista aqui.

Registre-se, é grátis, está cheio de boas lembranças. http://sdf.lonestar.org

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Adaptador DWL-G122 no Ubuntu 7.10

Tornar o Linux compatível com hardware é um dos maiores desafios da comunidade desenvolvedora.

Isso acontece porque a maioria dos fabricantes ainda não fornece drivers Linux junto com o dispositivo da mesma forma que ocorre com o Windows.

A lista de compatibilidade de hardware do Linux cresce a cada dia mas ainda assim antes de adquirir um novo dispositivo para funcionar com o sistema você deve pesquisar na internet para saber se ele é compatível.

No caso do Ubuntu uma boa fonte de pesquisa é o próprio site na seção de dispositivos suportados. Veja aqui a página com a lista de dispositivos wireless que podem ou não funcionar no Ubuntu.

Um detalhe importante é que as vezes o mesmo modelo de dispositivo pode ou não funcionar dependendo do chipset que é o nome dado aos componentes internos do dispositivo (chip, firmware, etc…).

No caso do DWL-G122, um adaptador wireless USB da D-Link, a versão do dispositivo que utilizamos é a C1 (este código aparece no próprio adaptador como H/W Ver.: C1). Este modelo com este chipset funciona sem a necessidade de instalação de drivers manualmente na versão 7.10 do Ubuntu.

Para as versões anteriores é necessária a configuração manual que pode ser seguida aqui.

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Eu gostei deste vídeo/imagem/som que estou vendo na página e quero gravar no meu computador!

Se você está usando Firefox em *nix (Debian, Ubuntu ou parecido) o cache está aqui:
~/.mozilla/firefox/[qualquer-coisa-esquisita].default/Cache

Os nomes dos arquivos podem ser esquisitos como 0919A3EFd01 mas ainda assim é bem fácil identificar os arquivos .flv do youtube (geralmente têm mais de 3 MB) ou arquivos de JavaScript.

Basta copiar este arquivo para outro lugar, renomear de acordo e usar à vontade.

A pergunta é… onde está o cache do Firefox em Windows? Dá pra fazer o mesmo?

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Impressora OKI B4350 no Ubuntu

Na versão 7.04 do Ubuntu encontramos driver apenas para a OKI B4300 entretanto o driver genérico (generic) PCL-5c funciona corretamente com a B4350.

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Firefox instável em Ubuntu Feisty?

Se o seu Firefox está instável no Ubuntu Feisty, gerando erros no X, verifique as configuracoes do X.

Um conflito entre a biblioteca do Flash e o X requer que você configure o X pra rodar a pelo menos 24bits de cores.

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